segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Saiba por que os blogs não são mais bricandeira

O blog é diferente de um website tradicional. Ele não tem a seriedade de um site, que geralmente foi criado para algum fim específico, seja para divulgação, transação comercial, institucional etc.
Não se sabe exatamente quando os blogs deixaram de ser considerados “mais uma futilidade dos tempos modernos” para serem uma eficiente ferramenta de informação. Não há registro da data exata de quando esses diários pessoais surgiram, mas especula-se que o primeiro endereço na Internet com conteúdo similar aos webblogs que conhecemos hoje apareceu em 1983.
Essa página não era uma versão online do diário de seu criador, Brian E. Redman, mas sim um espaço na rede para ele, juntamente com outros amigos, postarem links que levavam a outros sites.

Do diário a teses acadêmicas
Entre os anos de 1994 a 2001, os blogs eram basicamente páginas pessoais sem nenhum compromisso de conteúdo. Eles estavam restritos basicamente aos internautas interessados em usar aqueles espaços para falar de suas vidas. Mas, com a expansão de acesso à banda larga em todas as partes do mundo, os blogs tornaram-se mais um meio de notícia e espaço para a discussão de todo ou qualquer tema.

Tim O´Reilly, considerado um dos autores que mais publicam livros sobre computação do mundo e criador do termo “Web 2.0” para designar a Internet interativa, considera que blogs são a evolução das antigas páginas pessoais.
Os interessados em uma análise mais profunda do assunto encontram uma infinidade de livros sobre o tema. Dan Burstein e David Kline são autores do livro “Blog! – Como a nova revolução da mídia está mudando a política, os negócios e a cultura” (sem tradução para o português), baseado em coletânea de textos, entrevistas, comentários relacionados ao assunto.
No mercado editorial nacional, é possível encontrar o título “Blog – entenda a revolução que vai mudar o seu mundo”, de Hugh Hewitt, que considera a blogosfera, ou conjunto de todos os blogs do mundo, um fenônemo repentino que está alterando os hábitos das pessoas no acesso à informação. Teses acadêmicas que exploram o assunto são inúmeras, principalmente na área de Comunicação Social e linguagem.

Passatempo que vira notícia
Depois que os blogs firmaram-se como mais uma fonte de informação, eles tornaram-se trabalho constante para muitos profissionais que antes sequer tinham intimidade com a Web. Em evento sobre tendências da mídia na Internet em junho de 2007, Ricardo Noblat disse que sequer conhecia o que era um blog. Jornalista experiente com trânsito entre políticos de Brasília, Noblat falou que só iniciou um blog porque fizeram um para ele. Na época, ele não tinha a menor idéia de como atualizar a página com novos textos. Hoje, o blog do jornalista é o mais acessado no País, segundo pesquisa do Technorati.

Porém, fazer jornalismo em blogs não significa dizer o que bem entende, sem responsabilidade alguma. A maioria dos portais de notícias do mundo mantêm uma seção de blogs, preenchida com os nomes mais importantes de sua redação. A diferença do trabalho exercido nesses casos é a liberdade no trato do assunto, da linguagem empregada, dos recursos audiovisuais e do espaço de postagem praticamente ilimitado.
O jornalista Rui Maciel, que escreve para o blog de tendências e novidades em tecnologia TechGuru (http://www.techguru.com.br/), diz que quando se tem uma página como profissão, “o segredo, como em qualquer outro veículo jornalístico, é trazer a informação correta, sempre que possível em primeira mão, ser claro e objetivo”.
Antes de escrever para blog, Maciel trabalhou em vendas e também na área de tecnologia. Depois que se formou em Jornalismo, escreveu sobre cultura e variedades até começar cobrir o setor de Tecnologia da Informação. Hoje, atualizar a página e “pensar” o TechGuru é a sua principal atividade profissional.

Ele ressalta os recursos multimídia que um blog oferece. “A principal vantagem é a possibilidade de o blog não contar com um formato quadrado, em que a notícia tem de sair sob um determinado padrão, tanto visual quanto escrito. Você pode mudar o formato do conteúdo. Há posts que privilegiam a imagem, outros que dão preferência ao texto e outros que focam o vídeo”.

Cada vez mais sério
Em 2006, autoridades do Sudão expulsaram três membros da ONU (Organização das Nações Unidas) que estavam em missão oficial ao país porque um deles criticou o governo local e grupos rebeldes em seu seu blog. Jan Pronk era o principal comandante da missão em cargo e recebeu um prazo de três dia para deixar o país.
Já no Ocidente rico e desenvolvido, um dos economistas de mais alto cargo do FMI (Fundo Monetário Internacional) - Simon Johnson, responsável pelo departamento de pesquisas - acaba de lançar um blog em que pretende escrever sobre economia global, principalmente para pessoas que "não estão presentes em coletivas de imprensa".

O lançamento da página virtual surgiu para aproveitar um acontecimento do ciclo de conferências do FMI e do Banco Mundial em Washington. Johnson pretende usar o espaço para receber perguntas e comentários sobre o evento. Ele deixa evidente que jornalistas são bem-vindos, mas o foco principal do blog é conversar diretamente com pessoas que estão no dia-a-dia das reuniões. Johnson não exclui a possibilidade de postar sobre as outras atividades do FMI. Os comentários enviados pelos leitores são selecionados antes da publicação.











quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

PageRank - Google pontuando seu site

Por que pontuar os sites?
A importância do PageRank é definir quais sites são os mais importantes e com isto retornar resultados mais próximos do que se procura. Já vimos que o básico do PageRank é o sistema de votos. Ele é democrático, pois você só vai linkar para um artigo se ele tiver relevância. Com muitas pessoas fazendo isto, sua "força" aumenta e ele tende a aparecer na frente de outros artigos. Por isso, o sistema do Google consegue retornar páginas mais relevantes.

Quais outros fatores influênciam o PageRank?
O PageRank é constantemente atualizado para melhorar ainda mais os resultados. A última atualização foi em junho de 2006. Nem todos os fatores são divulgados, mas por experiência sabe-se que ele leva em conta uma série de fatores para definir a pontuação.
O tempo que o domínio existe é um dos fatores. Domínios recém registrados tem menos peso que os mais antigos. A posição do link na página também influência. Dependendo de onde é colocado o link, varia a pontuação do PageRank. A quantidade de páginas de um site é outro fator. Sites com muitas páginas (conteúdo) também tem mais relevância.

Como descubro o PageRank de um site?
Bom, sabemos que páginas como www.apple.com e a www.nasa.gov tem o PageRank máximo: 10, mas como confirmar isto?

Existem duas alternativas. Uma é instalar o Google Toolbar que tem o recurso de exibir o Google PageRank da página visitada. Porém nem sempre é possível instalar a barra. Outra alternativa é usar um site que calcule o PageRank online. Para calcular, visite: http://www.marketingdebusca.com.br/pagerank/.
Insira o endereço do site a ser consultado na caixa e clique em Pagerank. O número que aparece são quantos pontos este site tem no Google. Se o site não é ‘conhecido’ pelo Google ou é muito recente, ele fica com zero. O valor do PageRank muda conforme o tempo, então pode acontecer de aumentar ou cair o valor com o tempo.
Entre as páginas brasileiras, conheço apenas as que alcançaram 8 como a www.usp.br e alguns grandes portais e sites de busca. Mas entenda que o PageRank não é o mais importante, pois existem páginas com PageRank menor que ainda assim aparecem na frente de páginas com maior PageRank, pois o mais importante ainda é a relevância.












sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Organização do Processo Criativo

- Captação do problema/necessidades do cliente
- Brainstorm
- Fechamento da idéia
- Coleta e organização de Materiais
- Do papel para o produto final

Acredito que muitos de nós, se não todos, já batemos de frente com aquele job em que olhamos e simplesmente pensamos: “Por onde é que vou começar?”. A mesa cheia de papéis, o material digital todo espalhado dentro de uma pasta ‘Projeto novo’ e a cabeça dando voltas e voltas tentando achar um ponto de partida.
Existe um dito que diz que “Um problema bem definido já está 50% resolvido”. Pois bem, eis aí o primeiro passo para o bom andamento do processo criativo, definir o problema e a necessidade do cliente.
Com a chegada do computador, o homem perdeu o costume de usar o lápis e o papel (graças a Deus), acreditando que é possível realizar tudo através dele (até é possível). A verdade é que quando estamos desenvolvendo um projeto em frente ao computador, não muito raro, somos surpreendidos por janelas que piscam desesperadamente procurando chamar nossa atenção, seja para uma conversa, seja para nos alertar de algum erro. Então, uma dica é deixar de lado o computador.
Para definir o problema do cliente, deve-se questionar todos os aspectos que o envolvem. Procurar entender o que ele faz, porque faz, como faz e o que pretende fazer é um bom começo. A partir destes aspectos, pode-se então ir mais a fundo e alcançar a essência do cliente. Não basta 'visitar' o mundo do cliente, para entendê-lo é preciso 'viver' como ele vive, e este é um os grandes desafios no processo criativo.
Uma vez que o problema e as necessidades foram encontrados, podemos então passar para o passo seguinte:

O brainstorm.
Este é o passo em que realmente começa o processo criativo. Novamente a dica é deixar de lado o computador e continuar com o lápis e o papel em mãos(isso só funciona com criativos, e para criativos, se você é um mero usuário lembre do texto sobre "papel eu não uso mais").
Anote tudo o que vier em sua cabeça, da idéia mais louca a mais simples, da solução mais genial a que se julgue mais boba. Este processo de 'materializar' as idéias ajuda o cérebro a descongestionar, permitindo assim que não haja um bloqueio de idéias.
Aproveite este momento para viajar, ir longe nas idéias, mesmo que o cliente e a verba não permitam isso. No processo criativo mais vale subtrair alguns elementos que se julguem menos úteis do que ter de adicionar elementos em uma idéia que já estava definida e assim, correr o risco de perder a essência da idéia inicial.
Após a definição do caminho a ser seguido, podemos dizer que já estamos com 75% do trabalho já realizado. Consciente do que será necessário para produzir a peça, é hora de buscar os materiais e organizá-los. A organização deste material é muito importante, pois reduz o tempo de produção da peça a ser desenvolvida. Fotos, texto e referências devem ser separados, afim de que quando necessário utilizá-los, possam ser encontrados com facilidade. Não muito raro criamos uma pasta para o job e nela colocamos todo o material, sem uma ordem definida. E quando precisamos buscar a foto "Imagem052365.jpg" em meio a tantas outras, perdemos um tempo, que, por menor que seja, é considerável. Então, antes de colher o material, defina uma ordem para eles: "Fotos aqui, texto ali e referências lá...".
Após todo este processo de brainstorm e organização, é hora da produção. Esta etapa é muito individual, pois vai de cada um utilizar o software que mais lhe agrade. É muito importante que o trabalho seja bem executado, independente de que técnicas serão utilizadas, pois uma má produção pode lançar todo o trabalho feito até o momento por água a baixo. Então paciência e capricho são elementos fundamentais nesta hora.
Após a finalização da produção, é hora da apresentação. Uma apresentação sem qualidade, feita de qualquer maneira, também coloca em risco toda a criação. Então, separe um tempo para a montagem da apresentação do material e esteja preparado para possíveis questionamentos por parte do cliente. Não deixe para arrumar uma resposta para o cliente na hora em que ele faz a pergunta. Tente pensar antes nas possíveis dúvidas que possam surgir e vá preparado para respondê-las.
Bem, daí em diante é por conta de o cliente aprovar ou não a idéia.












quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Lendas do Software Livre

É mais ou menos assim que começa: contam histórias (nem sempre verídicas ou corretas) que se tornam lendas e que se tornam mitos. E aqui está o Software Livre hoje: com vários mitos sobre sua segurança, uso, tecnicidade e outros pontos que deixam qualquer um ressabiado na hora de decidir pela adoção dele ou não. Então vou aproveitar este artigo para tentar mostrar que o quadro não é feio como pintam, apresentando alguns mitos existentes e o que realmente são.

1) Software Livre é grátis.Um dos mais interessantes mitos do Software Livre é que este é grátis. Isso acontece devido a uma pequena deficiência do idioma inglês que, por ser parco, coloca dentro do mesmo balaio conotações tão diferentes como liberdade e preço. Software Livre não é grátis, é livre. Free Software, como diz o fundador da Free Software Foundation, Richard Stallman, é "free speech," not as in "free beer". Resumidamente, free software é Software Livre (soa melhor em nosso belíssimo português, não?) e não software grátis. Existem custos de desenvolvimento, produção, testes, homologação, suporte e assim por diante. A diferença básica é que o espírito de liberdade move a máquina do Software Livre e não o espírito da ganância desenfreada pelo lucro sobre o lucro como as instituições financeiras, por exemplo.
E o Software Livre, mesmo tendo custos como toda e qualquer atividade (inclusive respirar tem custo), este é muitíssimo inferior a qualquer desenvolvimento de software proprietário por dois motivos básicos: como o código é livre, pode-se usar partes já existentes de outros produtos para a criação de novos e também existe uma comunidade que auxilia qualquer um nas maiores empreitadas que se possa imaginar. Isto tudo acarreta redução de custos, mas não a eliminação deste.

2) Se é bom, por quê é grátis?Primeiro ponto: a pergunta está errada pois, como já comentado, Software Livre não é grátis. Mas como alguns insistem em usar esta pergunta capciosa, vamos à ela. Os parâmetros de bom e grátis aqui usados são relativos para cada situação. Ele pode ser bom para determinada aplicação ou uso e pode não ser para outra. Pode ser mais custoso em determinados casos e pode não ser em outros. Desta forma, usar como regra a afirmação que é bom e é grátis, é um erro que muitos cometem por desconhecimento do assunto. O melhor a fazer é saber se ele é bom para aquilo que se tem em mente e se os custos de implantação, uso, manutenção e etc. valem a pena no final das contas.
Só um detalhe àqueles que não acreditam que coisas boas possam ser grátis (ou com custo baixíssimo): o amor é muito bom e é grátis. Logicamente o verdadeiro amor. Amor de fim de semana não conta :)

3) Coisa de "nerd" e estudanteQue termo mais pejorativo e preconceituoso! Não é coisa de "nerd" e estudante; mas é coisa de governo, coisa de empresa, coisa de tudo e de todos. O software como um todo trás em sua história um vínculo enorme com a academia. Nasceu nela, vive nela e nela vai continuar estar. Não existe como tirar o software da academia, das mãos dos estudantes, professores e pesquisadores de todo o mundo. Exemplos como o próprio e-mail e a maior empresa de software hoje existente nasceram das mãos de estudantes e professores da academia. Então usar a expressão "coisa de nerd" para o Software Livre é, sem dúvida, algo impensado e sem nenhum embasamento. Ele é sim aquilo que se apresenta hoje como um modelo viável para empresas como IBM, Oracle, CA, SAP e tantas outras de fornecer à seus clientes, produtos e serviços baseados em altíssima tecnologia, baixo custo e satisfação para ambas as partes.

4) Não é seguro por ser abertoBom este mito. Ser fechado ou escondido não é sinônimo de seguro. Como exemplos podemos usar os vírus de computador que atingem sistemas proprietários, fraudes em cartões de crédito, contas bancárias e assim por diante. Para melhor ilustrar, imagine um cofre. Esse cofre possui 50cm X 50cm X 40cm, paredes de aço brasileiro com 10mm de espessura, uma combinação na portinha e um milhão de reais dentro dele. Está a sua vista e nem por isso deixa de ser seguro na tarefa de guardar o milhão que lá está. Se não for conhecida a combinação, somente um maçarico pode resolver o problema (mas você pode usá-lo de criado-mudo também). Segurança não é desconhecer o sistema, não saber o que lá existe, não ver onde está. Segurança de dados é diferente de segurança patrimonial. Não precisamos coibir o acesso aos locais, mas sim a "senha" que abre as portas do céu (ou do inferno, como queiram). Podemos citar o exemplo do projeto OpenSSL que implementa os protocolos SSL e TSL de uma maneira aberta, gratuita e mantém o código-fonte disponível na Internet para qualquer um e nem por isso este é menos seguro que os pacotes proprietários. Veja que não é o acesso ao código que dá a segurança do sistema, mas sim o segredo da chave.
Aproveitando o próprio slogan do projeto do OpenSSL, "para que comprar um kit de ferramentas SSL que é uma caixa preta se pode ter um kit aberto e gratuito"? Que pergunta difícil de ser respondida não?

5) Não possui suporteToda a vez que alguém fala este mito, deveria ser processado por empresas como IBM, Oracle e outras por propaganda enganosa. Não conheço uma única empresa de software que não dê suporte a sua criação. Este é o principal mote do negócio de software; tirar a preocupação com paradas e problemas das mãos dos gestores e clientes e passar, por um determinado valor, às empresas que fazem o produto.
Mas este mito tem dois lados. Um para as empresas que contratam e outro para as empresas que desenvolvem. As que contratam precisam procurar seus parceiros e fornecedores baseados, inclusive, nos critérios de suporte e manutenção. As que desenvolvem devem aproveitar nichos de mercado e oferecer produtos e serviços para quem procura. Em tempo, as empresas do primeiro lado podem me contatar para achar as do segundo lado :)

6) Não existe mão-de-obraO que é chamado mão-de-obra? Técnicos certificados? Ou seriam pessoas capazes de resolver problemas? Bem, nos dois casos o Software Livre tem um número expressivo de profissionais trabalhando, seja em desenvolvimento de sistemas (somente no site SourceForge, um dos maiores portais de desenvolvimento de software no mundo, são mais de 500 mil), seja em suporte ou em aplicações. Além disso, o número de profissionais "certificados" e aqueles que saem da academia com conhecimento em áreas de redes e desenvolvimento de sistemas cresce a cada dia, garantindo assim que a mão-de-obra seja acessível à todos.

7) O Software Livre é pouco escalávelPartindo do pressuposto que escalabilidade é o uso de determinado software em plataformas diferentes, somente para citar um exemplo de Software Livre, o GNU/Linux trabalha em plataformas que vão desde geladeiras e cafeteiras até mainframes, passando por telefones celulares, PDA's, câmeras digitais, automóveis, sondas espaciais, satélites, sistemas de TV, videogames e uma infinidade de outros dispositivos. Existe solução para todas as necessidades, grandes ou pequenas, simples ou complicadas. E o melhor: todos se conversam normalmente e com uma transparência incrível.

8) Não existem padrões. Uma distribuição é diferente da outra.Sim, é verdade que uma distribuição é diferente da outra. Como nós também somos diferentes uns dos outros e até os carros são diferentes uns dos outros. Mas isso não quer dizer que renegamos padrões de comunicação. Usamos o português em nosso país. Usamos o inglês para a comunicação com o mundo. Temos um único código morse para todos usarem, temos a matemática que também é una. Isso é o que chamamos de padrão e é aquilo que o Software Livre segue à risca. São 161 distribuições para todos os tipos de uso que se conversam normalmente trocando informações, arquivos e mensagens. Isso acontece, pois o que mais se preza no Software Livre é o padrão de comunicação que deve sempre ser atendido em detrimento de "firulas" e "maquiagens" como a indústria do software proprietário obriga. Não existem "amarras" e muito menos dependência no Software Livre. Existe sim um respeito por leis naturais onde o compartilhamento deve ser sempre o norte da criação e não o monopólio.

Enfim, aqui estão os mitos mais comentados e interessantes. Claro que não são somente estes. Poderia ficar descrevendo dezenas deles que são comentados pelos que veem no Software Livre uma ameaça próxima em várias laudas mas não é o propósito aqui. Ademais, a questão realmente não é a segurança, facilidade de uso, compatibilidade ou eficiência. É somente a questão de cifras em uma conta corrente. Nada mais que isso.












segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Newsletter: o elo com o cliente

A implementação de uma newsletter é uma boa estratégia de email-marketing e consiste no envio periódico de um boletim, via e-mail, aos clientes e visitantes cadastrados no site.
A newsletter não deve ser confundida com o envio ocasional de emails (mala-direta eletrônica). Ela se caracteriza pelo envio regular de mensagens, com uma freqüência diária, semanal ou mensal, e por um conteúdo mais informativo. Também não se deve esperar de uma newsletter resultados a curto prazo, pois esses resultados são característicos da mala-direta eletrônica, elaborada para divulgar uma oportunidade, supostamente única, de o cliente potencial realizar uma ótima compra, quer seja pela vantagem do preço, da novidade, ou da promoção temporária, em um processo típico de compra por impulso.
Além de disponibilizar os produtos da empresa ao cliente potencial com um simples clique, a newsletter tem como objetivo gerar confiança pela exposição constante da marca. Os resultados da implantação de uma newsletter são lentos, mas consistentes; podem ser mensurados por meio da visitação do site, que deve apresentar um aumento gradativo, assim como pela taxa de conversão (quantidade de compradores em relação à quantidade de visitantes), que também deve aumentar ao longo do tempo. Na implementação de uma newsletter, dois aspectos merecem especial atenção.

O que enviar
O conteúdo é de fundamental importância. Se o destinatário não receber algo que ele perceba como tendo algum valor, não haverá interesse na continuidade do recebimento da newsletter, impedindo a obtenção dos resultados que, em geral, ocorrem a longo prazo. Um bom conteúdo é aquele que gera algum benefício para o leitor. Uma dica, um presente, um artigo, uma oportunidade, informações úteis são exemplos de conteúdos que geram satisfação e estabelecem o início de um relacionamento que estimulará a ocorrência de transações futuras. É claro que alguns setores possibilitam a elaboração de conteúdo mais facilmente do que outros. Uma livraria, que trabalha com produtos relacionados ao conhecimento, por exemplo, oferece muito mais subsídios para a geração de conteúdos atrativos do que uma fábrica de parafusos. Mas, com um esforço de criatividade, esse obstáculo pode ser superado.

Para quem enviar
No email-marketing, em geral, e, particularmente, no envio de uma newsletter, um cadastro composto de pessoas que autorizaram o recebimento da comunicação (opt-in) é fator decisivo para o sucesso. Afinal, como a empresa poderá conseguir credibilidade se o primeiro contato com o cliente é realizado de forma invasiva? Newsletters bem-sucedidas são, na grande maioria dos casos, enviadas para clientes ou visitantes do site, não para desconhecidos, embora, talvez em decorrência de uma visão imediatista, muitas empresas optem por adquirir cadastros externos, em vez de trabalhar com seus próprios cadastros ou iniciar a formação de um.
Tempos atrás, a justificativa de empresas que possuíam grandes quantidades de clientes cadastrados e não se comunicavam com eles era o custo envolvido. Tal preocupação já não faz sentido na economia digital, pois o custo para enviar um e-mail é irrisório. Evidentemente, a elaboração de uma boa newsletter é um processo trabalhoso, que exige planejamento, conhecimento e pesquisa de conteúdo de qualidade para o leitor. Além disso, é preciso ter paciência para "colher os frutos" desse esforço, porém, para as empresas com visão de longo prazo, o resultado é certamente recompensador.












sábado, 15 de dezembro de 2007

Sites por R$100 e outros por R$1000

De uns tempos pra cá estou vendo uma grande discussão em torno do valor que algumas empresas ou webdesigners cobram por seus serviços. Colegas de trabalho se apresentam revoltados com outros colegas que anunciam nos classificados a produção de sites completos por apenas R$ 100. Acham um completo absurdo. Mas vamos aos dois lados dessa questão?
Estava navegando por algumas comunidades sobre webdesign no Orkut e li algumas opiniões interessantes. Um desses participantes inclusive fez uma comparação bem realista, citando a compra de um sofá. Ele pesquisou, pesquisou e encontrou sofás de 600 a 2000 reais. Só que ele sentava no sofá de 600 e era o mesmo que sentar no sofá de 2000. Pra ele pouco interessava como foi feito aquele sofá, não importava se o cara que desenhou o sofá tinha cursos e certificações em Harvard e Oxford, se a madeira utilizada era de jacarandá, nada disso interessava, sofá é sofá e pronto. O que interessava é que o conforto do sofá de 600 era o mesmo de 2000 e é claro que sendo assim, melhor levar o mais barato.
Agora vamos trazer esse exemplo para o webdesign. Essa visão do comprador do sofá é a mesma visão do comprador de sites de R$ 100.
Aí você me diz: “É isso mesmo! O barato sai caro!”. E eu devolvo a afirmação com uma pergunta: “Quem disse?”.
Isso depende muito do objetivo do cliente. Se o objetivo da dona de casa é ter um sofá para enfeitar a sala e que ninguém possa sentar nele pois a madeira é ruim e pode se desmanchar todo, nada melhor que um sofá de R$ 600 feito de madeira compensada. O mesmo ocorre com o webdesign.
Se o coitado do cliente tem uma pequena empresa e deseja apenas um site com UMA página, de layout simples, com um logo no topo, somente isso, pra que cobrar um absurdo? Webdesigner que é webdesigner não demora nem 20 minutos pra criar uma página assim. Agora imagina, você ganhar 100 REAIS em 20 MINUTOS? Quase metade de um salário mínimo em 20 MINUTOS?
“Ué? Que é isso? Você está defendendo esse pessoal?”
Não, estou apenas sendo realista e mostrando um lado da moeda. Agora vamos ao outro lado, esse lado inclusive já conhecemos muito bem.
De fato, existem muitas empresas por aí que cobram R$300 por um site completo de 10 páginas com sistema disso e daquilo. Aí sim, podemos dizer que tudo leva a crer que é enganação. É o mesmo que prometer a um cliente um sofá de couro legítimo, todo produzido com madeira de lei, por apenas R$ 300. Não precisa nem pensar muito para compreender o absurdo de tamanha disparidade.
Se você, que está no papel de cliente, lendo o meu artigo, está cotando o seu projeto e receber de uma empresa um orçamento de 10 mil, a outra 5 mil, uma 1 mil e outra R$ 100, desconfie (e muito) da que cobra R$ 100.
Explico o porquê: toda empresa de serviço tem como fator principal de avaliação de custos, o tempo. Se você pede para uma empresa ou profissional ( não vale sobrinhos :) ) um site de 10 páginas com sistema de publicação, gerenciamento de banners, fórum, enquete, atendimento ao vivo, e essa empresa lhe cobrar R$ 300, ela estará mentindo para você. Pois um projeto como esse demanda, no mínimo 30 dias ( e olhe lá ) para ser concluído. Isso quer dizer que seu projeto valeria 10 reais por dia para a empresa. E 10 reais para uma empresa não paga nem a pizza de cada dia que vai alimentar os webdesigners e programadores envolvidos no projeto.
Então aceitar um orçamento desses é o mesmo que pedir para ser enganado. Você terá dores de cabeça lá na frente, não duvide disso.
Agora, se você quer UMA página simples, de layout tb muito simples, aí R$ 100 a 300 é aceitável. Por isso nessa hora recomendo muito bom senso.
Mas, como conviver com essa concorrência desigual? Aliás, o que você acha dos templates prontos?
Eu adoro quem vende templates prontos, sabia? Nossa! Já recebi um monte de clientes por causa desses templates. Acho até que eu deveria pagar comissão para essas pessoas que vendem os templates prontos, tamanho a quantidade de clientes insatisfeitos que me procuram para terem um layout PERSONALIZADO.
Isso ocorre porque o cliente, ao comprar o layout ( que a primeira vista é muito bonito), acaba se deparando meses depois com um concorrente com o mesmo layout. É nessa hora que o cliente se pergunta: “Ué? Cadê minha identidade?”. E se revolta com o que fez.
Para quem quer algo sério na internet, tem sua empresa e quer ter sucesso na rede, logo percebe que template pronto é furada.
Então deixem vender template, não há problema nisso. :)
E para você, webdesigner, confie no seu trabalho. Produza! Produza bastante. Para mim, mais do que informática, webdesign é criação publicitária. E em criação publicitária, pouco importa se você se formou na faculdade x ou y, se tem curso ali ou aculá, se é certificado nisso ou naquilo. O seu grande currículo será sempre seu PORTFOLIO e sua EXPERIÊNCIA. Apenas isso irá atestar o que é mais requisitado nessa área, a CRIATIVIDADE. Cursos e formações, nada disso conseguem certificar se você é criativo ou não. Apenas seu portfólio. Então, foque na prática.Lógico que a formação será importante, mas importante no sentido de CONHECIMENTO, não como atestado de que você é o melhor, como um curso a mais para se pôr no currículo ou que você está capacitado a criar sites de sucesso, mas sim como forma de aprender a utilizar ferramentas, melhorar o senso de observação e aguçar os sentidos.

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Google curiosidades e mentiras

Com a popularidade das ferramentas de busca, sugiram diversas curiosidades envolvendo as líderes do mercado. O Google é o campeão nas brincadeiras. Além de ter suporte a mais de 100 línguas diferentes, ele também faz buscas no idioma Klingon (língua de uma raça do seriado Star Trek), em Pig latin, na língua do Hortelino Troca-Letras do desenho do Pernalonga e em Bork Bork Bork, língua falada pelo cozinheiro dos Muppets.
1º de Abril
O Google também faz pegadinhas no dia da mentira. Em 2000 foi lançada Google MentalPlex. Ele usava o seu poder mental como força de busca. Bastava olhar para um círculo que ele adivinhava o que você queria buscar.
Em 2002 o Google declarou que usava pombos para agilizar as buscas, pois além do baixo custo dos pombos, eles tem capacidade de reconhecer objetos.
Em 2004 o Google anunciou sua base na lua e estava contratando engenheiros. Além disto anunciou um e-mail de 1GB que parecia mentira, mas não era. Em 2005 lançou a bebida Google Gulp em quatro sabores. Ela prometia melhorar a sua inteligência alterando o seu DNA.
Google elgooG
Ainda existem ações de algumas pessoas que criam utilidades para o Google. Este é o caso do elgooG. Alguns sites possuem espelhos (mirrors). O mirror é uma cópia exata de um site. Ele normalmente tem a função de garantir a visualização do conteúdo, mesmo que outra fonte esteja fora do ar. Alguém levou o termo espelho ao pê da letra e criou o elgooG. Com ele você pode ver o Google completamente invertido, incluindo as páginas de resposta. Digite o que deseja ao contrário e veja os resultados.
Conheça também outras criações interessantes:
Duelo de Titãs
Quem ganharia uma luta entre os EUA e o Iraque? A pena ou a espada? Pelé ou Maradona? Deixe o Google responder. O Google Fight permite que você compare a quantidade de vezes que cada uma das palavras aparece e com isto ver quem ganha.
O Google te conhece
Quer saber o que Google acha de você? O Googlims permite que você escreva o seu nome e ele forneça qualidades e virtudes que você possui.
Encontre apenas um resultado
Você seria capaz de com apenas duas palavras encontrar um único resultado em uma busca? Bom este desafio é para você. repare-se para o Google Whack.
Google e Yahoo! juntos
O que você acharia se o Google e o Yahoo! resolvessem unir esforços e termos resultados das duas em uma mesma janela? Suas preces foram ouvidas! Conheça o que YaGoohoo!gle.
Conclusão
Muito coisa ainda vai acontecer relacionado a ferramentas de busca. O YaGoohoo!gle é recente para uma idéia relativamente simples. E você? Quando vai criar a sua funcionalidade? Inove!












quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Cor: um elemento fundamental


Antes de começar, pare e pense! Qual é a cor de qualquer fast food que você freqüenta? Seria vermelho e amarelo?
O fato de todos os fast foods serem da mesma cor não é uma coincidência. Existe todo um estudo sobre qual cor deve ser adotada para atingir o objetivo. Hoje, a criação de site conta com recursos novos a cada dia, mas o sucesso de um site não consiste apenas de tecnologia adotada, mas sim da interação do design e da tecnologia adotada.
A cor é um dos elementos que fazem com que o leitor seja instigado a permanecer em um site e ela deve estar em harmonia com o conteúdo apresentado. Então empregamos estrategicamente a cor, para que ela possa direcionar o olhar do internauta a regiões específicas do site.
Ao desenhar um site, devemos ter em mente que fatores como a idade, cultura, posição geográfica entre outros devem ser levados em conta para a escolha das cores a serem empregadas no site. Assim como muita gente compra um determinado produto só por que gostou da embalagem, devemos, como designers, fazer uma ótima embalagem dos nossos projetos.
Um amarelo brilhante e ensolarado é adequado para um site de resort, mas, para um escritório de advocacia, pode sugerir covardia. "Usamos a cor conjugando-as com o que o site aborda e ao conteúdo. Se é um site de texto, podemos colocar cores que contribuam para a dinâmica da leitura. Já num site onde a rotatividade de imagens é alta, usa-se harmonias sutis que não entrem em conflito com o produto, o que é comum em um site de vendas, por exemplo."

Harmonias de cores


Harmonia triádica
Na harmonia triádica, são usadas três cores eqüidistantes no círculo das cores. Um triângulo eqüilátero dentro do círculo das cores indica quais são elas. Exemplo: amarelo, azul e vermelho, usando apenas cores primárias.

Harmonia análoga
Usando o mesmo círculo cromático (dessa vez sem a ajuda do triângulo), tem-se a harmonia analógica: três cores bem próximas são selecionadas, em que uma delas é tida como predominante. É uma seqüência de cores.

Harmonia complementar
Utiliza cores complementares, como amarelo e violeta, azul e laranja, verde e vermelho.

Harmonia de qualidade
Contraste de claro e escuro, usando as variações de uma mesma cor. Exemplo: uma página inteira em tons de azul, cortada por uma cor forte, que se destaca nessa variação.
Cores quentes X cores frias
Outras combinações envolvem o uso de cores quentes com cores frias. O contraste de uma cor com a outra marca a composição do site

Dicas para a criação de um site harmonioso
Utilize destaques de cor para capturar o olhar do usuário. São tons semelhantes, entrecortados por uma cor mais forte, atraindo atenção para informações específicas da página.. Use poucas cores.. Harmonias dinâmicas (contrastes fortes) funcionam muito bem com páginas de texto.. Harmonias sutis (contrastes baixos) funcionam melhor com imagens.












quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Eu não uso mais!

Até pouco tempo atrás era quase impossível pensar em abandonar o papel por completo, hoje em dia eu posso afirmar com certeza, se estiver com meu note book e meu celular decididamente não preciso de papel algum, acontece que a maioria das pessoas ainda tem um tabu em relação à “se livrar” do papel e da caneta. Não vou negar sou apaixonado por canetas bonitas e por lapiseiras profissionais, mas, mesmo assim já faz aproximadamente 2 anos que eu no máximo uso papel para fazer algum tipo de rascunho de idéia, o resto é tudo no computador.

O primeiro passo para quem quer se livrar do papel é pensar que; o papel não é um bom meio de guardar informações já que ele estraga facilmente e ocupa um belo espaço, então podemos ser inteligentes e usarmos o computador da maneira que ele deveria ser usado, um bom exemplo é o que na minha época aprendíamos a fazer no velho sistema MS-DOS, e aprendíamos a criar pastas, apagar pastas, criar arquivos (na época com o EDIT) apagar arquivos, ai aprendíamos a criar estruturas de pastas, depois acessar estas estruturas, e ler os arquivos dentro destas pastas. Pronto isso era o básico, o ponto inicial para deixarmos o papel de lado, seria preciso reaprender a organizar pastas e documentos dentro dos nossos computadores para começarmos a pensar e parar de usar o velho papel, ai reaprenderíamos a colocar nomes úteis nos nossos documentos para poder achá-los com facilidade e rapidez e ai passar a funcionar a coisa realmente.

Lembro-me há um tempo atrás que eu na minha sede de um mundo melhor e de preferência digital criei um padrão meu para guardar documentos em formato digital e pretendia prestar este serviço a empresas, o negócio funcionava mais ou menos assim: eu pegaria o monte de papeladas de uma empresa no mês, levaria para o escritório e a partir daí eu iria separar tudo por estrutura, ou seja, notas fiscais, correspondências, contratos, etc. A partir daí tudo seria digitalizado e passado para o formado PDF e isso tudo seria colocado dentro de um CDR ou de um DVD que seria devolvido a empresa com tudo organizadinho e de uma forma fácil de se achar o que queria eu tinha até começado a desenvolver um software que fosse dentro do CD que tivesse um modo mais fácil e um autorun para se achar o que queria em todos os CD, sabem o que deu de errado? Bom o simples fato que os dirigentes das empresas que eu visitei ainda tinham o pensamento lá atrás e não admitiam a tecnologia dentro da sua empresa.

Bom mas isso são águas passadas e o importante mesmo é pensarmos assim:

Vamos começar acabando com os malditos PostIts, não tem nada mais horrível que um computador cheio de papeizinhos amarelos colados por todo o monitor e em cima da mesa, bom para isso existe várias soluções, e a mais simples é você criar um documento do bloco de notas no seu desktop e usa-lo para armazenar suas anotações do dia a dia, mas para quem gosta dos malditos papeis amarelos a dica é ir no site Baixaki e digitar na busca PostIt, vai aparecer o software da própria 3m para você instalar no seu computador e ele funciona muito bem, tirando o fato de que você vai ter vários no desktop, por isso o mais coerente e um documento do bloco de notas e só.
Agora o problema de se carregar uma agenda e ter de ficar caçando coisas nela, muitas vezes nossa agenda parece mais um caderno de rascunhos com uma péssima organização e que em uma emergência fora do escritório você não vai conseguir a informação facilmente ligando e pedindo para um funcionário achar o que você precisa naquela zorra de informações. Para dar adeus a sua agenda temos hoje várias saídas, uma delas seria usar a agenda do Microsoft Outlook, que é bem completa, mas nem todo mundo gosta de usar este tipo de aplicativo e se você estiver em uma cidade sem o seu note book ou o computador que você usa, vai ficar difícil e ate mesmo impossível de ter a informação. Vou citar alguns sites que oferecem agenda completa com contatos, compromissos, e ainda o e-mail tudo junto, um deles é o yahoo que eu uso para isso, basta criar um e-mail do yahoo e você vai ter a sua disposição tudo isso e o melhor de qualquer computador que estiver acessando, outra opção semelhante e até com alguns recursos a mais é o Gmail, ele tem tudo que o yahoo tem, mas a interface dele não é das mais bonitinhas em minha opinião, pronto, use qualquer um destes e se livre da sua agenda de papel e das agendas de telefones e ate mesmo do monte de cartões de visita que você tem ai no seu arquivo.

Bom esta ai a dica para passar de vez ao mundo digital e de quebra deixar sua mesa de trabalho um pouco mais sóbria e com cara de moderninha, ai você convence seus amigos a fazer o mesmo e assim por diante e quem sabe um dia os computadores serão usados para fazer o que eles se propõem de verdade e uma das coisas é substituir o velho papel, mas se você quer ser mais moderninho ainda assim como eu vai mais uma dica, sabe o seu aparelho de fax, sim aquele trambolho que você paga em média 600 pilas e que ocupa um puta espaço, maravilha agora sabe aquela placa que tem no seu computador que quase ninguém mais usa chamada fax modem, então existem softwares que transformam aquela placa que ninguém mais usa para se conectar a internet em um poderoso aparelho de fax, e o melhor de tudo digital e você não precisa imprimir o fax, use o arquivo digital mesmo economizando assim uma nota em rolos de papel e energia para deixar o trambolho ligado o dia todo.

Sei que sou chato, mas só mais uma dica, ok. Pare de usar o telefone comum e comece a influenciar as pessoas com quem você mantém contato e ate mesmo os seus clientes a usar o skype para se falar, a ligação sai de graça, você tem uma qualidade de ligação excepcional (se sua internet for boa, não seja muquirana na hora de contratar a internet), e com o tempo você só vai precisar do celular como telefone, e do telefone fixo só para os primeiros contatos.

Bom vou parando por aqui, mas acreditem existem muitos outros meios de se usar um computador para se livrar de tralhas e tranqueiras do dia a dia, e melhorar e integrar tudo que precisamos em uma ferramenta só, o computador.

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Alguns cuidados na construção de uma interface

Nota-se pouca preocupação dos desenvolvedores com seus usuários, no que se refere ao projeto de interfaces e seu design.
Em vários casos percebe-se que não houve a participação de profissionais especializados no desenho das interfaces. Basta observar terminais de estabelecimentos comerciais, sistemas comerciais e financeiros que se deduz que o bom gosto, a navegabilidade e a ergonomia passaram ao largo durante a construção daquelas soluções.
Alguns colocam molduras florais, outros colocam frases filosóficas e existem aqueles que fazem da tela um mostruário de cores. É uma agressão ao usuário que precisa passar várias horas em frente a uma tela. Cria-se cansaço, antipatia e aversão ao sistema.
Para empresas desenvolvedoras, um designer, seja um técnico em desenho industrial, um publicitário da área de criação ou mesmo um artista plástico, passam, na era da TI, a ser tão importantes quanto os técnicos de análise, codificação, suporte, etc. São esses profissionais que zelam por aspectos como:
- Tela agradável e não cansativa – cores e tons suaves e claros que devem ter uma progressão didática, indicando ao usuário um caminho. Não cansando os olhos com profusão de cores, principalmente se forem de contraste chocante.
- Tela equilibrada – a distribuição dos elementos deve permitir um equilíbrio da tela. Tarjas ou elementos fortes colocados em determinadas posições, sem o equilíbrio necessário, “pesam” para baixo, para cima ou para os lados. Isso causa desconforto ao usuário e provoca a fuga dos olhos.
- Navegabilidade – É uma característica já bastante “batida”. Menos cliques e informações necessárias à mão e/ou numa sequência lógica.
- Informações necessárias e usabilidade – Deve-se estudar os grupos de usuários e se construir interfaces específicas. Numa solução acadêmica, por exemplo, a tela do usuário aluno tem que trazer as informações que lhe interessam e nada mais; a interface do usuário professor deve ser específica para suas necessidades; e assim por diante, com relação aos administradores, pessoal do financeiro, acadêmico, biblioteca, suprimentos, portaria, etc. Pode dar trabalho, mas o resultado é muito gratificante. Nada pior do que vários tipos de usuários abrirem um sistema e terem acesso a uma profusão de menus e informações que não lhe dizem respeito, espalhadas numa tela caótica.
- Cuidado com o uso de animações - Pode ser uma “tesão” para quem está fazendo o projeto gráfico ou construindo a interface. Mas será que é aplicável? Será que agrada ao usuário? Cada “tribo” tem seus gostos e um limite de paciência específico, que precisam ser considerados.
- Utilize termos comuns ao grupo de usuários que se pretende atingir, principalmente àqueles que vão produzir utilizando aquela interface. Numa interface do Aluno, de um sistema de gestão acadêmica, por exemplo: será que uma determinada mãe sabe o que é “download ou upload”? Procure fazer com que a terminologia utilizada na interface seja plenamente compreendida pelo seu usuário.
- Por último, se possível, faça laboratórios com os diversos grupos de usuários e colha suas opiniões para aprimoramento das interfaces.
Cada grupo de usuários deve ter quase que um “site” para possibilitar seu relacionamento com o sistema. Muitas vezes com “design” exclusivo.
O segredo é contar com a percepção (olhos e ouvidos, principalmente) e o menor esforço para que o sistema ou a solução tenham maiores chances de aceitabilidade e sucesso. Lembre-se: as pessoas tendem a fugir do caos e da confusão; buscam o equilíbrio, a perenidade e o que compreendem; querem
segurança e conforto.













terça-feira, 11 de dezembro de 2007

A verdade sobre a Publicidade online

O título deste artigo pode parecer pretensioso demais. Como pode alguém se atrever a dizer que possui a verdade absoluta sobre qualquer coisa? Claro que a grande verdade ainda está muito longe de ser conhecida por nós, simples mortais.
O título acima é "apenas" uma forma de chamar a atenção para você se interessar em ler este artigo. Se você chegou até aqui, convido você a ler até o final. Acredito que valerá a pena. O título acima é uma forma de dizer: - Parem! Observem bem o que estão fazendo com a
publicidade na Internet.
É impossível continuarmos imaginando que a Internet é uma mídia de massa. Que basta você colocar um
banner ou um pop-up num site com uma audiência fantástica, que rapidamente seu site irá explodir de tantos novos clientes.
Infelizmente existe uma verdadeira febre para alguns tipos de publicidade que sinceramente não posso acreditar que empresários preocupados com o sucesso do seu negócio na Internet continuem colocando suas verbas de marketing em publicidade que dá algo em torno de 0,4% de resultado.
Em 2004 assisti uma apresentação de um case de publicidade online. Lá estava a agência criadora da campanha e, acreditem, a gerente de marketing desta grande rede com um sorriso maravilhoso e feliz da vida porque a campanha onde ela investiu alguns milhões de reais deu um resultado surpreendente.
Quer saber qual foi o resultado surpreendente? O resultado surpreendente foi 1%. E esse 1% não foi de vendas. Foi somente de conversão em cadastros no site. Vocês acreditam que alguém pode ficar feliz com este % de resultado?
Pois é. Este "case" foi apresentado num evento com dezenas de pessoas presentes para mostrar como a Internet pode trazer resultados surpreendentes para as empresas. Será que deveríamos aplaudir esta campanha? Será que devemos nos contentar com este tipo de resultado, sem questionar e sem conhecer outras possibilidades?
Agora sim, me atrevo a dizer qual é a "minha" verdade.
Sinceramente é inadmissível que uma empresa invista tanto para obter resultados ridículos como esse. E que fiquem felizes com este resultado. E que acreditem que é assim mesmo. Mas porque isso acontece?
Vou apontar apenas um motivo, entre vários que existem:
Desconhecimento do ambiente WEB
Ainda existe um desconhecimento muito grande por parte dos responsáveis pelo marketing das empresas das formas de se obter resultados satisfatórios com a Internet.
E é claro, as agências de publicidade "ainda" não entenderam que a Internet não é marketing de massa. Que a Internet não é o local apropriado para demonstrações de criatividade duvidosa...e para criações animadas...multicoloridas...e que ficam na nossa frente rodando, piscando, levando pra lugar nenhum ou mesmo para diversos outros lugares.
O curioso é que se perguntarmos para qualquer iniciante em Internet, ele vai enumerar várias informações importantes para uma empresa obter resultados satisfatórios em publicidade online. Vai dizer que é preciso investir em relacionamento, personalização, segmentação e por ai vai. Mas entre o discurso e a prática vai uma enorme diferença.
Observem os sites das "grandes" agências de publicidade brasileiras. O que você vê? Vê um site que se preocupa em segmentar seu público? Vê um site que desenvolve um relacionamento ativo?
Será que aquele ditado que diz "em casa de ferreiro, espeto de pau" se aplicaria aqui?
Vou muito além. O discurso vem baseado não em experiência prática, mas sim em teoria absorvida da literatura. E literatura americana, pois existem raríssimas publicações de autores brasileiros. E passamos a acreditar que é assim mesmo que se faz publicidade online.
Existem investimentos em ações muito duvidosas como as que são feitas em grandes portais sem nenhum trabalho de segmentação do público-alvo. Querem um exemplo?
Você consegue lembrar qual a marca ou produto que estava presente no banner daquele portal que você acessou hoje? Tenho feito esta pergunta em nossos eventos. Na maioria das vezes, poucos minutos depois de ter acessado alguns portais.
Você quer saber a resposta? A resposta deve ser a mesma que você pensou. Não lembro do banner.. não lembro da marca... não lembro do produto.
Porque isso acontece? Porque as empresas não estão investindo na segmentação personalizada do seu público-alvo. Estão investindo num volume de exposição que é totalmente equivocado ao meu ver.
A poucos dias vi num destes grandes portais um banner que me chamou muito a atenção. Era uma oferta imperdível para eu assinar um serviço de banda larga. Pena que eu estava distante mais de 3 mil Kms. Será que esta campanha deu o resultado esperado?
Claro que não! Mas sempre vai haver alguém de plantão que vai dizer: - e a exposição da marca? Sim, a marca ficou muito conhecida por algo que não pode entregar.
E marketing não é criar necessidade e depois entregar o bem desejado? E já que estamos falando de publicidade online, gostaria de abordar a questão dos links patrocinados.
Hoje existe uma verdadeira febre das empresas e principalmente das agências em busca da compra de palavras-chave nos mecanismos de busca. Os chamados links patrocinados. Parece que de repente descobriram o filão de ouro na WEB. Na verdade, investem nesta modalidade por total falta de conhecimento de que é possível sim, posicionar um site no topo dos mecanismos de busca, sem precisar fazer este investimento.
Não sou contra o link patrocinado. Sou contra investir grande parte da verba do marketing durante longos períodos nesta modalidade e não se preocupar com uma estratégia de posicionamento nos mecanismos de busca que, a médio/longo prazo apresentará resultados muito mais expressivos em termos de qualificação da audiência e conseqüentemente conversão em novos clientes.
Acredito que o link patrocinado é muito útil em campanhas como de lançamento de produto ou serviço, para divulgar determinada ação pontual e não como uma estratégia de presença online permanente.
Mas porque as empresas estão enlouquecidas investindo nos links patrocinados?
É porque o modelo de estratégia digital destas empresas é bastante falho. Elas já tentaram a publicidade online no formato dos banners, pop-ups, etc... e como o resultado é aquele que apontamos acima, algumas destas empresas passaram a investir nesta nova modalidade de publicidade.
Como o resultado que estão alcançando é muito superior ao experimentado nas outras ações, estas empresas estão convencidas de que este é o caminho ideal. Afinal de contas, estão aumentando sua audiência e o que é melhor, audiência qualificada, pois o internauta quando
pesquisa algo nos mecanismos de busca, está procurando exatamente aquele produto ou serviço que sua empresa está oferecendo nos links patrocinados. Pronto. O sucesso online começa a bater na porta destas empresas.
Mas será que o investimento numa estratégia visando posicionar o site da empresa no topo dos resultados das pesquisas dos mecanismos de busca não seria muito mais eficiente?
O modelo de negócio do link patrocinado prevê o pagamento de altos valores para se manter eficiente durante longos períodos. E quanto mais resultados sua empresa quiser ter, maior será a necessidade de investimento neste tipo de publicidade.
Portanto, a conclusão óbvia é também a mais simples. Com um pequeno investimento, uma empresa alcança o topo dos mecanismos de busca e poderá permanecer lá por longo período, desde que sua estratégia de posicionamento nestes mecanismos de busca seja feito da forma adequada.
Para provar o que estamos relatando neste artigo, foi feita uma pesquisa sobre a preferência do internauta na hora de clicar num resultado de pesquisa nos mecanismos de busca. Tivemos mais de 860 respostas.
E o resultado apontou que 84,7% das pessoas clicam no resultado expontâneo e somente 13,3% clicam nos links patrocinados. Precisa falar mais?

domingo, 9 de dezembro de 2007

Olá, estive fora por algum tempo pois estava mudando de casa e de cidade, pois bem agora resolvi dar outra direção ao blog, vou começar a falar do que eu realmente entendo (Flash) e não somente do que eu sou viciado (tecnologia), a única coisa que e moveu a fazer isso é que atualmente não possuo o mais simples de tudo, um portifólio na web, pois bem vou começar a fazer isso já que até hoje não criei vergonha na cara para juntar meus trabalhos e colocalos em algum local.

Hoje estou aqui somente para passar e comentar sobre um livro que ando lendo, que me deu muitas dicas e perspectivas diferentes sobre o que é uma animação em flash e descobri que fazer um desenho estilo cartoon network não é tãooo dificil assim. O nome do livro é ( how to cheat in Adobe Flash CS3 " the art of design and animation") o livro é bem completo e o autor é (Chris Georgenes), para facilitar foi impresso pela ( Focal Press ), bom depois disso não preciso mais dizer nada, vocês ja tem como achar o livro, no meu caso o livro é do meu cunhado que esta de passagem aqui no Brasil, mas acho que vale a pena compra-lo.

Este livro me fez acreditar que eu preciso de uma mesa digital com uma caneta daquelas que desenham, por sorte eu tenho uma aqui mas quando fui verificar ela estava com uma parte dela com defeito, agora o geito é comprar uma mesmo.

Para quem achar este livro e compra-lo eu garanto ele vale o preço, você vai passar a ver as animações em flash de uma outra forma, de um outro angulo, ele te ensina como fazer coisas que parecem complicadas num primeiro momento ficarem claras como cristal.


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